1 de março de 2007

Sacana e banal. Bacana e sacal.

Hoje na aula de ética eu percebi como as pessoas da minha sala são banais. Uma banalidade boba demais. Daquelas que você percebe e, de tão banal, deixa passar com um resmungo “hum, que banal” e pronto, se torna um banal também.
Digamos que existam quase 15 banais na minha sala. Todos os 15 fazem os mesmos comentários, gostam das mesmas coisas e sempre resmungam de coisas parecidas. Todos se acham inteligentes demais, engraçados demais, simpáticos demais, sinceros demais, jornalistas demais.
Uma sala com 15 pessoas “pseudo-não-convencionais” completamente banais.
E há aqueles que já não se importam com toda essa banalidade e segue sua vida assim, sem pretensão de “desbanalizar” nada e nem ninguém.